Pró-reitor do IF Farroupilha vai palestrar em congresso no Ifal
O pró-reitor de Ensino do Instituto Federal Farroupilha, Sidinei Cruz Sobrinho, participará como palestrante no Conac - Congresso Acadêmico do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), nos dias 17 e 18 de agosto. No primeiro dia, o docente está na programação de abertura do evento, com uma palestra sobre ensino, pesquisa e extensão nos Ifs. Já no segundo, debaterá a organização do currículo integrado. Saiba mais sobre o evento no site do Ifal e na programação.
Relatório mensal de acompanhamento do contrato
Diretoria de Compras, Licitações e Contratos
A Direção de Compras, Licitações e Contratos está diretamente ligada à Pró-Reitoria de Administração, tendo como princípio básico o assessoramento na coordenação e execução das ações, atividades, projetos e programas de responsabilidade da Proad. A DCL tem caráter deliberativo dentro dos limites das suas atribuições e consultivo às demais instâncias, tendo por finalidade imediata colaborar para a inovação e aperfeiçoamento do processo de planejamento e avaliação das ações planejadas e executadas do Instituto Federal Farroupilha.
A Direção de Compras, Licitações e Contratos está subdividida em duas Coordenações:
A Coordenação de Licitações, com a finalidade de analisar os processos licitatórios nas modalidades previstas na Lei 8.666/93 e da Lei 10.520/02 realizadas pelos campi do Instituto Federal Farroupilha, bem como realizar essas licitações no âmbito da Reitoria.
A Coordenação de Contratos, a qual compete a análise dos processos contratuais dos campi do Instituto Federal Farroupilha, assim como a formalização e supervisão dos contratos, termos aditivos, apostilas e demais instrumentos relacionados com a Gestão e Fiscalização de Contratos da Reitoria.
Acesse neste link a lista de atas vigentes na Reitoria do IFFar.
IFFar é a sigla oficial do Instituto Federal Farroupilha
A Instrução Normativa 04/2016, de 25 de julho, tornou oficial a sigla IFFar como uma das formas de representação do Instituto Federal Farroupilha em documentos, ações, materiais gráficos e quaisquer outras possibilidades de divulgação voltadas para o público interno ou externo. Desta forma, ficam excluídos os usos de outras siglas, como IFF – frequentemente utilizada pela comunidade para referir-se ao Instituto Federal Farroupilha, mas que representa o Instituto Federal Fluminense. Além da sigla IFFar, permanece válido o uso da forma reduzida IF Farroupilha.
A IN também versa sobre o uso dos vocábulos campus (singular) e campi (plural de campus). Ambos devem ser grafados em itálico por se tratarem de palavras latinas de terminologia científica. A forma câmpus, adotada temporariamente por diversos Institutos Federais no Brasil após ampla divulgação de uma nota lexicológica de uma professora da UnB, não é reconhecida pelo MEC.
Acesse o documento para saber mais.
Conif repudia editorial de O Globo contra o ensino superior público
O Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) – entidade que representa os 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, os Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) de Minas Gerais e do Rio de Janeiro e o Colégio Pedro II – vem a público expressar repúdio ao teor do editorial de O Globo, sob o falacioso e irresponsável título “Crise força o fim do injusto ensino superior gratuito”, publicado no dia 24 de julho de 2016 e replicado em outros jornais do grupo.
Enquanto nenhuma referência à taxação das grandes fortunas ou aos bancos privados é mencionada, a tentativa de apontar o fim da gratuidade do ensino superior público brasileiro como alternativa para a superação da crise econômica demonstra uma defesa organizacional pela vigência do Estado mínimo e/ou, ainda, do capital privado como condutor da economia e da vida do povo brasileiro.
O editorial retrata de maneira distorcida o conjunto da sociedade que frequenta as universidades e os Institutos Federais, ignorando o êxito das ações afirmativas e o inquestionável desempenho da política de cotas nas instituições federais (Lei nº 12.711/2012), que promovem a inclusão social e asseguram êxitos educacionais a pessoas de baixa renda e egressos de escolas públicas.
Na condição de congregador de instituições federais públicas, laicas, gratuitas e de excelência que oportunizam a jovens e adultos trabalhadores brasileiros a elevação da escolaridade, a profissionalização e a formação para a cidadania – em todos os níveis e modalidades do ensino técnico e tecnológico, inclusive na graduação e na pós-graduação –, o Conif defende as conquistas históricas do povo brasileiro, a garantia da educação enquanto bem público e a continuidade das políticas afirmativas que permitem às classes trabalhadoras o crescente acesso ao ensino superior de excelência ofertado pelas universidades e Institutos Federais.
Fonte: Portal Conif

Redes Sociais